C’est chouette!
julho 20, 2010Direitos iguais para as mulheres?
julho 5, 2010No dia 01 de julho de 2010, o International Herald Tribune fez circular um artigo da série The Female Factor: ‘Equal rights for women? Survey finds: Yes, but…’ Resolvi traduzir o material para que o assunto possa ser objeto de debate entre as minhas leitoras de língua portuguesa.
Quem tiver interesse de encontrar o artigo original, clique aqui.
Direitos Iguais para as mulheres? A pesquisa indica: Sim, mas…
por Victoria Shannon, Nova Iorque.
traduzido por Juliana de Albuquerque K., Blog Dos Espíritos.
Entre os meses de Abril e Maio de 2010 foi realizada uma pesquisa em 22 países sobre o problema da igualdade de direitos entre homens e mulheres. De resultados bastante surpreendentes, a pesquisa demonstra que continua a existir uma lacuna entre a crença da igualdade entre os sexos e a sua aplicação na realidade tanto em países ricos quanto em países em desenvolvimento.
Mesmo nos países onde a igualdade dos sexos é mandatória as mulheres permanecem reféns de falta de um progresso real sobre a temática. “Mulheres nos Estados Unidos e na Europa estão abraçando grandes responsabilidades em casa e no trabalho de maneira simultânea e isso acarreta em stress e baixa qualidade de vida”, afirma a Profª Herminia Ibarra, co-autora do Corporate Gender Gap Report de 2010 para o Fórum de Economia Mundial.
Particularmente, as opiniões francesas são emblemáticas da assimetria do desejo pela igualdade entre os sexos.
Cem por cento das francesas e 99% dos franceses apóiam a idéia da igualdade de direitos entre homens e mulheres. Mesmo assim, 75% afirmam que os homens franceses levam uma vida melhor do que as mulheres. De longe a maior percentagem em todos os países que participaram da pesquisa.
Por que as pessoas, num país como a França, que fornece um cuidado generoso para as mães e os seus bebês, ainda se sentem longe de terem alcançado a igualdade entre os sexos?
Segundo a Profª Ibarra, que ensina comportamento organizacional na Escola Internacional de Economia (Fontainbleu, França), esse sentimento se presente porque os franceses ainda estão longe de alcançar a igualdade entre os sexos no referente à participação econômica. “Ainda existem poucas mulheres liderando grandes organizações e, a cultura dos negócios permanece resolutamente um clube do Bolinha”.
De fato, os Estados Unidos e a Alemanha reportaram a existência de um forte hiato entre os sexos sobre o fato de ter se feito o suficiente para garantir igualdade de direitos às mulheres. Entre os que acreditam na igualdade de direitos, muitos homens americanos e alemães acreditam que os seus países proporcionaram a quantidade de mudanças necessárias para as mulheres; enquanto que, muitas mulheres acreditam que tanto os Estados Unidos quanto a Alemanha ainda têm muito que fazer para garantir a igualdade de direitos entre os sexos.

A metade, ou até mesmo mais do que a metade, dos entrevistados na Índia, no Paquistão, na Jordânia e no Egito afirmam que a educação superior é mais importante para os homens.
As potências emergentes, China e índia, juntamente com a Indonésia e a Jordânia, figuram entre os países onde a maioria dos partidários pela igualdade de direitos entre homens e mulheres acredita que a maior parte dos ajustes necessários para o estabelecimento da igualdade já foi feita.
Através de ligações e de entrevistas ao vivo, o Pew Center constatou que a igualdade entre homens e mulheres é um gol a ser atingido por uma grande maioria dos integrantes de ambos os sexos.
Em 13 países, mais de 90% dos participantes da pesquisa afirmaram apoiar a igualdade de direitos entre os sexos. Na maioria dos países, com exceção do Egito, da Jordânia, do Kenya, da Indonésia e da Nigéria, mais de 75% dos participantes apóiam a igualdade entre os sexos. Em verdade, a Nigéria foi o único país onde mais da metade dos entrevistados (54%) afirmaram que as mulheres não deveriam ter direitos iguais; enquanto outros tantos participantes (45%) disseram apoiar direitos iguais.
Em adição, apenas no Paquistão, no Egito e na Jordânia, menos de 80% dos entrevistados disse que as mulheres não são capazes (ou não devem) trabalhar fora de casa. Entretanto, mesmo nesses três países, os entrevistados afirmaram apoiar o direito das mulheres ao trabalho.
Demonstrando como a noção de igualdade entre os sexos tem sido amplamente aceita, muito mais homens do que mulheres na Grã-Bretanha e no Japão apóiam a igualdade de direitos. (Os países escandinavos, campeões no placar da igualdade entre os sexos, não participaram da pesquisa).
Mesmo assim, poucos países acreditam que tal igualdade foi atingida. Apenas em três países a maioria dos entrevistados disse que homens e mulheres atingiram uma qualidade comparável de vida: o México (56%), a Indonésia (55%) e a Rússia (52%). Em seis outros países, uma parcela razoável (entre 40% e 50% dos participantes) afirmou acreditar que a vida de homens e mulheres era igualmente boa.
Em contraste, na Polônia, a maioria (55%) afirmou que os homens mantinham uma posição vantajosa. E, em outros cinco países tão diversos como a Índia, a Espanha e a Nigéria, entre 40% e 55% dos entrevistados afirmaram que os homens retinham uma melhor qualidade de vida. A França lidera o último grupo de entrevistados com 75%.
Apenas na Coréia do Sul (49%) e no Japão (47%) as pessoas disseram que as mulheres vivem em melhores condições que os homens ou que elas atingiram o mesmo padrão de vida que os últimos.
De acordo com a pesquisa, a discrepância de opiniões sobre a igualdade dentre os sexos sugere que enquanto sentimentos igualitários são universalizados, eles são pouco robustos.
A maioria dos países onde as pessoas afirmaram que homens e mulheres levavam vidas igualmente boas está apenas começando a se questionar e a desafiar a descriminação de gênero e a injustiça que foi antes tida por legítima.
“Existe pouca conscientização sobre as diferenças de gênero porque os homens sempre dominaram” explica a Profª True, autora de cinco livros de relações internacionais e política de gênero, “as mulheres não tiveram a oportunidade de se unir para desafiar o poder dos homens.”
A pesquisa foi conduzida em todo território nacional dos países participantes, menos na China, na índia e no Paquistão, onde as amostras foram urbanas em sua maioria. Sendo a margem de erro da pesquisa entre 3% a 5%.
Apesar da pressão dos governos em garantir igualdade de acesso a educação e ao mercado de trabalho para homens e mulheres, alguns países que apóiam a igualdade entre os sexos ainda possuem grandes circunscrições que não concederiam as mulheres os mesmos direitos iguais referentes a educação e ao acesso ao trabalho.
A metade, ou até mesmo mais do que a metade, dos entrevistados na Índia, no Paquistão, na Jordânia e no Egito afirmam que a educação superior é mais importante para os homens. Na China, no Japão, na Polônia e na Nigéria, este número representou pelo menos um terço dos entrevistados.
Em alguns lugares onde a educação de um garoto é privilegiada, as mulheres defenderam opiniões muito diferentes daquelas defendidas pelos homens. No Egito, por exemplo, 60% dos homens afirmaram que os garotos tinham maior direito de cursar o ensino superior. Enquanto isso, 60% discordavam da opinião. Uma lacuna entre gêneros similar a encontrada na Jordânia e no Paquistão.
“Muitas famílias são muito pobres para enviar todos os filhos para a escola” a Profª Ibarra afirmou. Na Índia, por exemplo, grupos sociais estão tentando proporcionar um sistema de ‘creche’ para as famílias, pois, dessa maneira, as filhas não precisaram permanecer em casa para cuidar dos irmãos mais novos enquanto os filhos saem para assistir aulas.
A Profª True explicou que freqüentemente se passavam duas gerações para que a realidade se adaptasse as mudanças de atitude. “Estamos entrando numa nova fase em muitos desses países. Vamos ver muito mais frustrações em relação a desigualdade entre gêneros, entre homens e mulheres, antes de termos uma mudança institucional em países em desenvolvimento”.
Os problemas da Academia em Israel.
julho 3, 2010Apenas para complementar a discussão iniciada no post sobre a liberdade acadêmica em Israel. Acredito que o artigo abaixo seja bastante importante para compreender a atual e preocupante situação da academia israelense face ao caos político do Oriente Médio.
Resta a pergunta: o que fazer diante da crise retratada por Moshe Shoked?
Artigo extraido do HAARETZ de quarta-feira, 30 de junho de 2010.
‘Why Israeli Academia will be boycotted?’
By Moshe Shoked,
Professor Emeritus of Anthropology at Tel Aviv University.
Education Minister Sa’ar’s recent initiatives are a sign of the Israeli government’s increasing self-seclusion inside a bunker of delusions, as it distances itself from considerations guided by historical, political and social wisdom. His recent statements befit benighted regimes that have lost connection to the world, like Iran and other totalitarian states.
In the past two years I have been invited to take part in many conferences hosted by the American Anthropological Association. The topic of discussion at these forums has been the Israeli-Palestinian conflict. I agreed to take on a thankless task not as a spokesman for Israel’s education ministers or as a mouthpiece of the right or left. I appeared before an academic audience not noted for its sympathetic views on Israeli policy. This group is more inclined to support the Palestinians, albeit with the belief that neither side holds a monopoly on truth and justice.
Alas, I have no plans to accept similar invitations in the future. In the past year, I have lost the conviction that I can truthfully speak for the current Israeli government’s suicidal behavior. The recent statements by Education Minister Gideon Sa’ar, who vowed to deal with university lecturers and professors who condemn Israel and support a boycott of Israeli universities, reflect the deep abyss the current government has led us down.
I tend to believe that it is only a matter of time before this country’s academic institutions are boycotted, regardless of the wishes of the education minister and other champions of Israeli patriotism. They will be boycotted not because of the handful of Israeli professors who have unabashedly supported such a step, but because Israel is under a global microscope that perhaps unfairly discriminates against it compared with other countries that act unjustly, even violently, toward their minorities and neighbors.
For better or worse, Israel does not enjoy the same luxury as countries like Russia and China, which do not rely on the support of Europe and the United States. Indeed, a look through this microscope reveals the foolishness of Israel’s weak-kneed leadership.
The education minister’s remarks are a sign of the Israeli government’s increasing self-seclusion inside a bunker of delusions, as it distances itself from considerations guided by historical, political and social wisdom. His statements befit benighted regimes that have lost connection to the world, like Iran and other totalitarian states. Israeli academia is losing its international standing on its own account. The brightest students, the hopes of a young generation in academia, prefer to stay abroad.
As early as the 1980s, when I researched yordim – Israeli emigrants – in the United States, I concluded that the overwhelming majority of them will not return. The book in which I included my findings was not translated into Hebrew because at the time it contradicted the dominant ideology. Sa’ar and the rest of this bizarre government of ours would prefer to hunker down and cling to the belief that the entire world is against us and we are in the right.
We have become numb to these eye-popping facts: Operation Cast Lead did not bring back Gilad Shalit, nor did it topple the Hamas government. Instead, it sowed destruction in Gaza and undercut our global standing. Our pathetic cries against the Goldstone report did not help, either. The takeover of the pathetic flotilla once again lined up the world against us. Ultimately we opened the Gaza border crossings.
More than anything, Sa’ar’s recent initiatives will help worsen the brain drain and the university boycott that awaits us. The despair that a vital sector of Israeli society, including academia, finds itself in needs to get the education minister to consider a renewed way of thinking that does not rely on a mob like that represented by right-wing Zionist movement Im Tirtzu. This brings to mind the moving call by late Labor MK Yizhak Ben-Aharon, who urged for “courage to make gains before calamity strikes.” There is no need to silence “treacherous” professors, for the calamity has already struck.
Fernando Pessoa.
julho 3, 2010“O horror metafísico de Outrem!
O pavor de uma consciência alheia
Como um deus a espreitar-me!
Quem me dera
Ser a única [cousa ou] animal
Para não ter olhares sobre mim!”
(O Primeiro Fausto, III Tema: da falência do prazer e do amor)
Entre Leibniz e Hegel.
junho 28, 2010Apresentarei o trabalho “Entre Leibniz e Hegel” no II Colóquio Internacional Comemorativo do III centenário de Publicação da Teodicéia, na Universidade de Lisboa, entre os dias 25 e 27 de Novembro de 2010.
Entre Leibniz e Hegel
Juliana de Albuquerque Katz,
Universidade de Tel Aviv.
Para Stanley Cavell, a filosofia deve ser encarada como uma série de textos cuja leitura desafia o nosso auto-entendimento. Assim, a excelência de um texto filosófico não deveria ser medida pela sua extensão ou pela sua capacidade de trazer à tona a solução para os seus próprios problemas filosóficos. Na verdade, a excelência de um trabalho filosófico esta relacionada com a qualidade dos demais trabalhos para os quais ira proporcionar inspiração.
Também Hegel aponta para o fato de que a Filosofia e a sua Historia devem ser entendidas como um desenvolvimento dialético contínuo dos diversos níveis da Idéia. Assim, em conformidade com os conselhos de Hegel e Cavell, ofereço uma visão da influencia de Leibniz no Idealismo Alemão. Mais precisamente, na filosofia de G.W.F. Hegel.
Um dos aspectos-chave da leitura de Leibniz desenvolvida por Hegel foi a ruptura com a escola de Christian Wolff e com a sua interpretação dogmática da do filosofo de Hanover. Tal ruptura foi apenas possível porque Hegel teve contato com as edicoes Dutens e Raspe da Opera Omnima Leibniziana. Favorecendo o seu acesso a um vasto material que incluía obras como a Monadologia e a Teodicéia. O que lhe permitiu fazer uma leitura mais acurada da obra de Leibniz e, talvez, tenha antecipado a reinterpretação do racionalismo Leibniziano.
As intenções da interpretação Hegeliana de Leibniz se tornam claras quando Hegel menciona o principio da razão suficiente na Enciclopédia das Ciências Filosóficas: “dentro em pouco se produzirá diante de nós o conceito – como tal conteúdo determinado em si e para si e por isso auto-ativo-; e é do conceito que se trata em Leibniz, quando se fala do fundamento suficiente, e insiste que se considerem as coisas sob esse ponto de vista. (…) De fato faz-se grande injustiça a Leibniz quando se acredita que ele se contentava com uma coisa tão pobre como essa lei-do-pensar formal, (…)”. Afinal, para Hegel, Leibniz teria trabalhado rumo a fundação de uma Filosofia Especulativa contra a moda mecanicista instituída pelo pensamento de Descartes.
Dizer que tal Filosofia Especulativa tem as suas raízes no pensamento de Leibniz e o mesmo que afirmar que entre Hegel e Leibniz existe similaridades que ainda não receberam o devido tratamento pela literatura secundaria. Pois, não existe um afastamento extremo entre os dois filósofos. Assim, sendo possível afirmar que “Hegel is much nearer to Leibniz in his outlook on the universe than is commonly supposed. Like Leibniz he conceives the world as an organic unity of spiritual beings, each of which ideates the whole universe from its own point of view.”
Existe uma grande similaridade entre o Absoluto Hegeliano e o conceito Leibniziano de Universo. E, para que isso seja provado, o presente trabalho irá analisar trechos de algumas obras de Leibniz, e.g., a Teodicéia e a Monadologia, que claramente influenciaram algumas reflexões Hegelianas.
Para Leibniz, o Universo é composto de um número infinito de substâncias individuais, sem qualquer poder de causação umas sobre as outras. Pois, tal poder seria ideal, isto é, mediado por Deus. Novamente, de acordo com Hegel, “Leibniz’s philosophy is a metaphysics and in sharp contrast to the simple universal Substance of Spinoza, where all hat is determined is merely transitory, it makes fundamental the absolute multiplicity of individual substances, which after the example of the ancients he named monads – (…)”
É o conceito da harmonia pré-estabelecida que traça conexões mais profundas entre os dois filósofos. De acordo com a harmonia pré-estabelecida, cada substância apenas afeta a si mesma. Mas, de qualquer maneira, as substâncias individuais interagem entre si, devido ao fato de Deus haver pré-estabelecido que elas devam se harmonizar umas com as outras. Assim, a monada passa a interagir com o mundo, funcionando tal um espelho.
Essa iteração também ocorre na filosofia Hegeliana e é reconhecida por muitos como a gênese do problema da intersubjetividade. Mas, o que falta aos estudiosos de Hegel é a visão da Filosofia como o desenvolvimento contínuo da Idéia. De maneira que, se possa dizer que tal intersubjetividade já estaria presente nos trabalhos de Leibniz, apenas aguardando ser desvelada por um sistema capaz de reconhecer a sua grandiosidade.
Freud e Jung.
junho 27, 2010“For at least the past thirty years, Freud had sought inheritors, younger men (it would preferably be men) who could devote themselves to him and continue his legacy. He gathered around him talented figures like Karl Abraham, Sándor Ferenczi, and Carl Jung. He seated them at the table, with himself at the head, like a monarch surrounded by his knights. In time, he gave some of them rings, to seal the fellowship. He called them his sons. (His actual sons were, Freud had to admit, solid and sensible young men, but without the kind of intellectual talent that he most valued.) Freud, in other words, behaved something like the primal father he described in Totem and Taboo and also not entirely unlike the leader he described in Group Psychology, the man with the masterly aura. He lorded it over a horde of surrogate sons. And then, what he said in Totem and Taboo about the dynamics of tribal authority proved to be true, or nearly true, even in the purportedly civilized world of Vienna.
In Totem and Taboo, the climax of the tribal story comes when the sons rise up, kill the father, and eat him. (They believe him to be magic and want to internalize his supernatural powers.) Their guilt at what they have done causes them to idealize his image and to worship him in the time to come. Thus is religion founded. The book comes close to describing – in melodramatic enough terms – the dynamics of Freud’s own urge to achieve authority. Freud managed to mesmerize his adoptive sons, not only with his originality and brilliance, but also with his frequent willingness to play the role of the patriarch. The sons, eventually, revolted – or at least the most talented of them usually did. Jung, the ‘crown prince’, was the most promising of the inheritors and also the most rebellious, for Jung demanded to think for himself. He disagreed with Freud on many things, perhaps most significantly about his vision on the unconscious. (…)
That Jung, who had learned all he knew from Freud, was ready to announce, in his gypsy way, that the unconscious was more sane and creative than the conscious mind – to Freud, this was too much to bear. Look outside in the street now, look into Vienna, where the unconscious, unmediated by any sane authority, is having his day, and see what you think, Freud might have reflected during those March weeks, for his thoughts, even many years after the break, were often full of Jung.” (Edmundson, Mark. p.63-4)
Sonho.
junho 19, 2010Lars Vilks – O que é a arte?
junho 16, 2010Série de cinco vídeos produzidos por Lars Vilks para intensificar o debate sobre a arte.
Uma pequena História do Mundo.
junho 10, 2010Gombrich escreveu Uma pequena história do mundo enquanto trabalhava na sua tese de doutorado. O livro foi originalmente escrito em alemão e, publicado em 1936, em Viena.
Na época, o autor passava por dificuldades financeiras, e recebeu uma proposta para escrever um livro de história para crianças, através de um projeto editorial chamado Wissenschaften für Kinden.
Uma pequena História não tem a pretenção de substituir os livros didáticos. Mas, é uma leitura obrigatória para todos aqueles que pretendem educar as suas crianças através de fortes valores humanísticos: uma necessidade para os tempos atuais.

Escrito por Juliana de Albuquerque K. 
Ele vestia um fraque enquanto bebia e comia sentado de frente para a sua própria cauda-cachorro. Não tenho mais o que explicar.